sexta-feira, 6 de setembro de 2013

Cientista estão tentando desenvolver uma nave que viaja mais rápida que a Luz.

Alguns meses atrás, o físico Harold White chocou o mundo da aeronáutica quando anunciou que ele e sua equipe da NASA começou a trabalhar no desenvolvimento de um motor de dobra que pode viajar mais rápido do que a luz. O ambicioso projeto faria com que uma nave chegasse à outras estrelas em questão de semanas – isso sem violar a teoria da relatividade de Einstein. 
A ideia está baseada nas equações do físico Miguel Alcubierre. Em seu artigo intitulado “Dobra espacial: Velocidade Ultra-Rápida Dentro da Relatividade Geral”, de 1994, o físico sugeriu um mecanismo no qual o espaço-tempo pode ser distorcido em dois na proa e na popa da espaçonave.
O renomado físico Michio Kaku apelidou a ideia de Alcubierre como “o passaporte para o universo”. Ela tira proveito de um truque no código cosmológico que permite a expansão e contração do espaço-tempo, e permite a viagem ultrarrápida para outros sistemas planetários. Basicamente, o espaço vazio atrás da nave espacial seria desenvolvido para se expandir rapidamente, empurrando a nave para frente. Os tripulantes da nave perceberiam isso como um movimento, apesar da total falta de aceleração.
Segundo White, poderíamos realizar uma viagem interestelar para Alpha Centauri em meras duas semanas – apesar dos mais de 4 anos-luz que a separa do nosso sistema solar, algo que uma nave comum levaria dezenas de milhares de anos para efetuar.
Falando da engenharia do motor responsável por essa façanha, um objeto esférico (a nave) seria colocado entre duas regiões do espaço tempo (uma expansão e uma contração). Uma “bolha de dobra” geraria o que se move no espaço-tempo ao redor do objeto, efetivamente reposicionando-o. Como resultado, teríamos uma viagem mais rápida do que a luz, sem que a nave tenha que se mover em relação à sua estrutura local de referência, ou seja, o motor irá comprimir o espaço à frente e expandir o espaço atrás de si, movendo-o para um outro lugar sem sofrer nenhum dos efeitos adversos dos métodos de viagem mais rápida que a luz. Desse modo, não há uma violação da relatividade de Einstein.
“Lembre-se que nada localmente excede o limite da velocidade da luz, mas o espaço pode ser expandido e contraído em qualquer velocidade”, disse White. “Contudo, o espaço-tempo é realmente rígido, então para criar o efeito de expansão e contração de uma forma útil para nós é necessário uma boa quantidade de energia”.
E de fato, cálculos preliminares sugeriam que era necessário uma grande quantidade de energia para distorcer o espaço-tempo. Mais ou menos a mesma massa-energia do gigante gasoso Júpiter (que é 1.9 × 1027  ou 317 vezes a massa do nosso planeta). Assim, a ideia se torna muito impraticável. Embora a natureza permita uma velocidade de dobra, ainda não seríamos capazes de criá-la.
“Contudo,” disse White, “baseado em analises dos últimos 18 meses, existe alguma esperança. A chave está na alteração da geometria da própria dobra espacial.
Em outubro do ano passado, White estava se preparando para dar uma entrevista para o 100 Year Starship, em Orlando (EUA), quando notou que se otimizasse a espessura da bolha de dobra e oscilasse sua intensidade para diminuir a rigidez do tecido do espaço-tempo, seria possível diminuir a quantidade de energia para fazer isso. Para se ter uma ideia, a quantidade de energia que seria exigida é menor do que a Voyager I precisou.
E de fato, muita energia será economizada. De 317 vezes a massa do planeta Terra até um objeto de somente 700 kg. Assim, a ideia se torna muito mais próxima da realidade.
Na teoria tudo está muito claro e funcional. Os primeiros experimentos práticos estão começando agora. Engenheiros da NASA estão simulando uma bolha de dobra em miniatura para simular a distorção no espaço-tempo em escalas muito reduzidas.
Ainda não é certo se será possível realizar viagens interestelares mais rápido que a velocidade da luz, através de uma brecha na relatividade. Ainda os efeitos para a nave e seus tripulantes também não são conhecidos. Em teoria, está tudo perfeito, mas na prática ainda levará algum tempo para que esse sonho se torne realidade.

Teoria de Viagem no Tempo Sobre o Incidente em Roswell

Nick Redfern, do site mysteriousuniverse.org, escreveu:
Foi há pouco mais de uma semana após o famoso avistamento de OVNIs por Kenneth Arnold, em 24 de junho de 1947, no Monte Rainier, estado de Washington – EUA, que um veículo aéreo altamente anormal caiu na Terra em uma fazenda remota do Condado de Lincoln, estado do Novo México – EUA, não muito longe da cidade de Roswell.
Este evento altamente controverso tem sido o assunto de dezenas de livros, estudos governamentais oficiais, documentários de TV, filmes e considerável interesse pela imprensa e pelo público em geral.
O estranho evento abriu portas para uma montanha de teorias para sua explicação, inclusive a de que tenha sido: um balão meteorológico, um ‘Balão Mogul’ que seria secretamente utilizado para monitorar testes de bombas atômicas soviéticas, uma espaçonave alienígena, algum experimento obscuro de exposição às grandes altitudes, um teste atômico mal sucedido, um acidente com um foguete nazista que levava macacos como tripulantes, e um acidente envolvendo uma aeronave do tipo ‘asa voadora’, construída e transplantada por cientistas alemães que haviam se realocado nos Estados Unidos após a Segunda Guerra Mundial.
Não é segredo que eu esteja cético a respeito disso ter sido causado por alienígenas que encontraram sua morte no deserto naquele ido dia de julho de 1947.  E eu considero que se um dia a história verdadeira do que realmente aconteceu em Roswell fosse exposta, provavelmente seria uma de experimento militar secreto nascido da Guerra Fria.  Mas eu posso estar redondamente enganado nas minhas suspeitas.
Mantendo-se em mente o parágrafo acima, e se o evento de Roswell pudesse ser explicado de forma muito diferente e extremamente alternativa?  E se a estranha nave e sua estranha tripulação não fossem os moradores de outra galáxia, ou mesmo de algum projeto militar secreto pós guerra?  E se, incrivelmente, seu ponto de origem fosse num futuro distante de uma natureza distintamente humana?
Enquanto tal cenário possa parecer extremamente incrível para muitos – mesmo para aqueles que possuem a opinião de que algo realmente anômalo ocorreu no Condado de Lincoln naquela época – tais teorias têm sido expressadas e endossadas também.  Um daqueles que revelou seus pensamentos sobre este cenário em particular foi o Tenente Coronel Philip Corso, co-autor com William Birnes do enormemente debatido livro de 1997, The Day after Roswell (O Dia Após Roswell – trad. livre n3m3).
A sensacional história de Corso, que foi profundamente questionada e criticada, alega seu conhecimento pessoal do incidente de Roswell, enquanto prestava serviço militar e de forma que alegadamente ajudou a avançar os Estados Unidos – tanto cientificamente, quanto militarmente, pelo fato de secretamente introduzir tecnologias fantásticas encontradas na espaçonave de Roswell para as indústrias privadas e empreiteiras de defesa dos EUA.
Apesar de muitos terem defendido Corso como um sólido proponente da ideia de que extraterrestres despencaram até o solo terrestre no Novo México em 1947, na verdade, Corso estava disposto a considerar algo muito diferente disso.
Os corpos anormais encontrados nos destroços da nave, disse Corso, eram seres geneticamente criados, projetados para aguentar os rigores do vôo espacial, mas não eram na verdade os criadores de sua própria nave.  Até a data de sua morte em 1998, Corso especulou quanto a distinta possibilidade de que o Governo dos EUA poderia ainda não ter nenhuma ideia real de quem construiu a nave, ou quem projetou geneticamente os corpos encontrados abordo ou ao redor dos destroços.
Corso colocou muita consideração na ideia de que o OVNI de Roswell era uma forma de máquina do tempo, até possivelmente construída por moradores da Terra em um futuro distante, ao invés de ter sido por pessoas de um sistema solar longínquo.
Mas se torna vital que eu deixe claro que a história de Corso tem sido causa de grande debate.  Seu relato a respeito de Roswell tem sido tanto defendido, quanto atacado.  Outros parecem inseguros de como encarar isso.  Mas, infelizmente, para aqueles que estão tentando fazer sentido da situação, a ovniologia é assim quando se refere a assuntos de natureza altamente volátil.  Nunca conseguimos uma história definitiva. Sempre acaba em… … uma “área cinza”.
Se a história mostrar que não há nada na versão de Philip Corso, então que seja.  Mas se houver ao menos uma pequena parcela de verdade em sua versão, então aqui está algo que deveríamos considerar: Talvez, através do estudo de materiais de Rosvell, a ‘oficialidade’ descobriu algo profundamente perturbador e terrível sobre o nosso futuro; algo que ela nunca ousará compartilhar conosco, o povo.
Seria esta, talvez, a razão porque o caso de Roswell ainda esteja rodeado de segredos após mais de 60 anos?  Para parafrasear a série Os Arquivos-X, quando se trata de OVNIs e Roswell, “a verdade” pode não estar “lá fora”.  Ao invés disso, poderá estar a incontáveis milênios à nossa frente…
- Nick Redfern
Fonte:http://mysteriousuniverse.org/2013/07/roswell-the-time-travel-theory/?utm_source=feedly